domingo, 19 de outubro de 2008
DISCUTA O MUNDO EM QUE VIVE
Todos nós somos escritores da liberdade, pois a liberdade é um dos componentes essenciais para um nível de vida que seja adequado aos princípios de um mundo livre e sem preconceitos.
O CASO ELOÁ

domingo, 5 de outubro de 2008
sobre o amor...
O que é o Amor?
Um dia recebi um e-mail da Helena Armond com a pergunta acima.... Achei tantas formas mas nenhuma realmente chegava perto do que queria dizer... Apelei para o Aurélio:
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
FRASES PARA REFLETIR E AGIR
Frases de Aprendizado
"Você aprendeu alguma coisa. Isto sempre parece, à primeira vista, como se tivesse perdido alguma coisa."
(George Bernard Shaw)
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"Um homem não deveria nunca parar de aprender, nem no seu último dia."
(Moses Maimonides)
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"Sempre faço o que não consigo fazer para aprender o que não sei!"
(Pablo Picasso)
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"Se você consegue aprender através dos duros golpes, você também consegue aprender pelos suaves toques. "
(Carolyn Kenmore)
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"Quanto mais brilhante você é, tão mais você tem a aprender. "(Don Herold)
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"Primeiro aprenda a ser um artesão. Isso não impedirá você de ser um gênio."
(Eugène Delacroix)
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"Os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não lêem."
(Mário Quintana)
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"Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender"
(Alvin Toffler)
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"Os verdadeiros analfabetos são aqueles que aprenderam a ler e não lêem. "
(Mario Quintana)
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"Os tolos dizem que aprendem com os seus próprios erros; eu prefiro aprender com os erros dos outros."
(Otto von Bismarck)
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" Investir em conhecimentos rende sempre melhores juros. "
(Benjamin Franklin)
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"Isto é o que é aprender: você repentinamente compreende algo que você soube durante toda a sua vida, mas de um modo novo."
(Doris Lessing)
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"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
(Cora Coralina)
sábado, 6 de setembro de 2008
A TOLERÂNC IA
O que é tolerância?
Tolerância é o respeito, a aceitação e o apreço da riqueza e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres humanos. É fomentada pelo conhecimento, a abertura de espírito, a comunicação e a liberdade de pensamento, de consciência e de crença. A tolerância é a harmonia na diferença (grifos meus, de Paulo Arns). Não só é um dever de ordem ética; é igualmente uma necessidade política e jurídica. A tolerância é uma virtude que torna a paz possível e contribui para substituir uma cultura de guerra por uma cultura de paz.
A tolerância é o sustentáculo dos direitos humanos, do pluralismo (inclusive o pluralismo cultural), da democracia e do Estado de Direito. Implica a rejeição do dogmatismo e do absolutismo e fortalece as normas enunciadas nos instrumentos internacionais relativos aos direitos humanos.
Diante de tantas desigualdades políticas, sócias e econômicas, nos fica uma pergunta que não pode ficar calada: qual será a nossa posição quando tentarem nos esmagar com tantas incoerências? Somos rebeldes com causa, ou sem causa? Se não agirmos diante desses acontecimentos seremos calados com a nossa própria fraqueza.
Hoje, cada vez mais, impressiona-nos o crescente número de notícias veiculadas pelos jornais e TVs, apresentando fatos e histórias tão absurdos que parecem verdadeiras aberrações do agir humano. Somos bombardeados com tantas notícias de cunho negativo sobre comportamentos tão desviantes que chegamos a nos perguntar com facilidade: em que mundos estão vivendo? Por que as pessoas agem de maneira tão cruel e mesquinha? Aonde foram parar a solidariedade, a justiça, a igualdade, o amor ao próximo?
E possível mudar esses esquema de governar, de achar que tudo deve ser como é, somos o que somos, a tolerância nos ensina que devemos acreditar nas possibilidades que existe em nossa volta, ninguém e obrigado a viver na mesmice de década dia, é por isso temos que.
Em nosso país, devido à grave situação política e sócio-econômica, deteriorou-se a paz e a convivência. Razões: aumento da pobreza, crescimento do desemprego, rígido controle de câmbios que paralisaram a indústria; cresce a corrupção, a violência, os homicídios, a insegurança, o desrespeito à vida, os seqüestros, as invasões, a presença e atuação de grupos subversivos.
Para que tudo acabe bem e preciso que o homem volte os olhos para sua natureza, para razão e não para falta de maturidade, o primeiro e mais importante é ser humano. Nem em nome de Deus e menos em nome de nenhum projeto político seja revolucionário ou neoliberal pode estar primeiro nem ferir os direitos fundamentais da pessoa .
Anderson Cleyton Soares dos Santos
Publicação: www.paralerepensar.com.br 15/07/2006
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
e a vida???????

Vivência nº 1 – a importância da vida
Atividades:
reflexão sobre a música O QUE É O QUE É – GONZAGUINHA
Leitura de texto para reflexão – CONSIDERE A IMPORTÂNCIA DA VIDA de Jacome Góis
Produção textual
Música – O que é o que é ( Gonzaguinha)
Gonzaguinha
O Que é, o Que é?
(Gonzaguinha)
Eu fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
Viver e não ter a vergonha de ser feliz,
Cantar, e cantar, e cantar,
A beleza de ser um eterno aprendiz.
Ah, meu Deus! Eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será,
Mas isso não impede que eu repita:
É bonita, é bonita e é bonita!
E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão?
Ela é a batida de um coração?
Ela é uma doce ilusão?
Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?
O que é? O que é, meu irmão?
Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo,
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo,
Há quem fale que é um divino mistério profundo,
É o sopro do criador numa atitude repleta de amor.
Você diz que é luta e prazer,
Ele diz que a vida é viver,
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é, e o verbo é sofrer.
Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé,
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser,
Sempre desejada por mais que esteja errada,
Ninguém quer a morte, só saúde e sorte,
E a pergunta roda, e a cabeça agita.
Fico com a pureza das respostas das crianças:
É a vida! É bonita e é bonita!
É a vida! É bonita e é bonita!
violência , não....
Violência
“Não existe uma definição consensual ou incontroversa de
violência. O termo é potente demais para que isso seja possível.”
Anthony Asblaster
Dicionário do Pensamento Social do Século XX
O que é violência? Segundo o Dicionário Houaiss, violência é a “ação ou efeito de violentar, de empregar força física (contra alguém ou algo) ou intimidação moral contra (alguém); ato violento, crueldade, força”. No aspecto jurídico, o mesmo dicionário define o termo como o “constrangimento físico ou moral exercido sobre alguém, para obrigá-lo a submeter-se à vontade de outrem; coação”.
Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência como “a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis”. Mas os especialistas afirmam que o conceito é muito mais amplo e ambíguo do que essa mera constatação de que a violência é a imposição de dor, a agressão cometida por uma pessoa contra outra; mesmo porque a dor é um conceito muito difícil de ser definido.
Para todos os efeitos, guerra, fome, tortura, assassinato, preconceito, a violência se manifesta de várias maneiras. Na comunidade internacional de direitos humanos, a violência é compreendida como todas as violações dos direitos civis (vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto); políticos (direito a votar e a ser votado, ter participação política); sociais (habitação, saúde, educação, segurança); econômicos (emprego e salário) e culturais (direito de manter e manifestar sua própria cultura). As formas de violência, tipificadas como violação da lei penal, como assassinato, seqüestros, roubos e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio, formam um conjunto que se convencionou chamar de violência urbana, porque se manifesta principalmente no espaço das grandes cidades. Não é possível deixar de lado, no entanto, as diferentes formas de violência existentes no campo.
A violência urbana, no entanto, não compreende apenas os crimes, mas todo o efeito que provocam sobre as pessoas e as regras de convívio na cidade. A violência urbana interfere no tecido social, prejudica a qualidade das relações sociais, corrói a qualidade de vida das pessoas. Assim, os crimes estão relacionados com as contravenções e com as incivilidades. Gangues urbanas, pixações, depredação do espaço público, o trânsito caótico, as praças malcuidadas, sujeira em período eleitoral compõem o quadro da perda da qualidade de vida. Certamente, o tráfico de drogas, talvez a ramificação mais visível do crime organizado, acentua esse quadro, sobretudo nas grandes e problemáticas periferias.
Hoje, no Brasil, a violência, que antes estava presente nas grandes cidades, espalha-se para cidades menores, à medida que o crime organizado procura novos espaços. Além das dificuldades das instituições de segurança pública em conter o processo de interiorização da violência, a degradação urbana contribui decisivamente para ele, já que a pobreza, a desigualdade social, o baixo acesso popular à justiça não são mais problemas exclusivos das grandes metrópoles. Na última década, a violência tem estado presente em nosso dia-a-dia, no noticiário e em conversas com amigos. Todos conhecem alguém que sofreu algum tipo de violência. Há diferenças na visão das causas e de como superá-las, mas a maioria dos especialistas no assunto afirma que a violência urbana é algo evitável, desde que políticas de segurança pública e social sejam colocadas em ação. É preciso atuar de maneira eficaz tanto em suas causas primárias quanto em seus efeitos. É preciso aliar políticas sociais que reduzam a vulnerabilidade dos moradores das periferias, sobretudo dos jovens, à repressão ao crime organizado. Uma tarefa que não é só do Poder Público, mas de toda a sociedade civil.
vivência 2 - Projeto ESCRITORES DA LIBERDADE
- rEFLEXÃO
_ pRODUÇÃO TEXTUAL ....
