sábado, 13 de dezembro de 2008
POR QUE ESTUDAR?
domingo, 30 de novembro de 2008
estudo - a importãncia e a valorização do estudo...
tem pela frente
uma estrada que dá acesso
ao destino certo
almejado por todos que é o sucesso.
O estudo é a base da formação profissional
Enquanto jovem
Aproveitamos a ocasião para estudar
enquanto aguardamos pelo alcance da idade
indicada para começar a trabalhar.
O trabalho é o ponto fulcral da realização pessoal
Com ele teremos o rendimento
essencial para a satisfação das necessidade pessoais e eventualmente da família.
RETIRADO DO SITE http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20071030161620AA9lljr
reflexão sobre o dinheiro - leia este texto
Domingo, Outubro 05, 2008
DANUZA LEÃO O tal do dinheiro
| Estava trocando meu apartamento com vista para o mar, onde fui tão feliz, por aqueles pacotinhos |
UM DIA EU vendi um apartamento e, como o comprador era estrangeiro e não tinha conta em banco, me propôs pagar em dinheiro -cash.
Na minha cabeça, bem de mulher, achei ótimo. No fundo, no fundo, acredito muito mais em dinheiro do que em cheque, mesmo visado. Depois que se deposita, ainda são 48 horas para compensar, sabe-se lá se nesse meio tempo o comprador morre e a mulher, com quem tem conta conjunta, não vai ao banco e rapa tudo. Em dinheiro é sempre melhor.
Marcamos a escritura numa sala do banco, chegaram o comprador, o advogado, o homem do cartório, todos nos sentamos em volta de uma mesa redonda, todos sorrindo -eu, porque estava vendendo, ele porque estava comprando-, e começou a leitura. Não prestei muita atenção ao que estava ouvindo; já que estava vendendo, a única coisa que me interessava era receber meu dinheiro e depositar direto na conta.
Depois de todos os blá-blá-blás, que foram longos, chegou a hora do pagamento. O comprador abriu uma sacola, botou os maços de dinheiro em cima da mesa -todos presos por um elástico- e ficamos contando. Eu contei, o advogado contou, a gerente do banco, gentilmente, botou um funcionário do banco para contar também.
Ele chegou e trouxe na mão uma espuma de borracha úmida para ajudar a contar. Por alguma razão -talvez pelo respeito que o dinheiro impõe-, fez-se silêncio. Todos olhavam, como hipnotizados, para as mãos da pessoa que contava as notas. Levou tanto tempo que comecei a viajar nos meus pensamentos.
Quando chegou ao quinto pacotinho, pensei que com eles poderia comprar aquele carro com que tanto sonhava. Mas aí veio o sexto, o sétimo, o oitavo, e eu me perdi. Me perdi e só via na frente montes de pedaços de papel pintado e colorido, cortados do mesmo tamanho, muito bonitinho até, mas apenas um monte de papel. Perdi a noção de que aquilo era dinheiro e comecei a pensar.
Eu estava trocando meu apartamento com vista para o mar, onde fui tão feliz, por aqueles pacotinhos amarrados com elástico; e o tempo que levei escolhendo de que cor iria pintar as paredes, os sonhos que sonhei, os momentos de amizade, de amor, felicidade, tristezas, desespero, ódio, esperança, tudo isso acabou, trocado pelos pacotinhos? E o que era o dinheiro afinal, essa invenção diabólica, razão de brigas, deslealdades, traições, guerras, mortes, o que era, o que é o dinheiro afinal? O rapaz não acabava de contar, o silêncio continuava, e eu pensando. Tantas coisas já tinha visto na vida, de tantas outras ouvi falar; de pessoas que abriram mão de suas convicções, trocaram de amigos, de marido ou de mulher, e da graça que já acharam em coisas ditas por um banqueiro que não tinham a menor graça, tudo, no fundo, pelo dinheiro.
Lembrei então de ter lido alguma coisa sobre o espanto dos portugueses quando chegaram ao Brasil, vendo os índios (daquela época) tão inocentes e felizes, e que a razão de tanta felicidade e tanta alegria era porque eles não conheciam o dinheiro, nem o casamento, nem nenhum tipo de propriedade, isto é, a posse das coisas ou das pessoas.
O dinheiro acabou de ser contado, assinei uns papéis, esperei pelo recibo do depósito, saí e fui andando e invejando esse tempo em que se vivia no meio do mato. Mas para isso seria preciso ter nascido índia, e há 500 anos.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Não desista de seus sonhos
Nunca desista de seus sonhos...
Nenhum sonho é totalmente impossível, devemos acreditar nos sonhos para viver, vencer e vivenciar momentos de alegria, vitória e bons frutos de nossa colheita. Acreditar nos sonhos é lutar para ver cada um deles ser alcançado.
A vida é importante e viver é uma magia maior que só nós podemos construir. Não devemos desistir nunca e cada momento em que lutamos é uma força a mais que temos para conseguir desenvolver a arte de acreditar na vida e modificar o mundo para melhor.
Chegar até aqui foi difícil , mas ainda é só o começo para um futuro melhor e mais importante.
Acreditemos na vida e seremos felizes sempre...
sábado, 8 de novembro de 2008
MÚSICA PARA REFLEXÃO...
São 2 da manhã, eu de calça e blusa/ um tempo frio, do céu cai chuva/ eu sou sozinho
parceiro e é foda/ com meu destino ninguém mais se importa/ chegar ao ponto que cheguei é
lamentável/ estado físico inacreditável/ eu sinto crise, eu sinto convulsão/ é muito triste meu
estado, sangue bom/ 30 quilos mais magro, vai vendo/ o resultado é pura essência do veneno/ o
vício tira a calma, a cabreiragem me acelera/ o demônio rouba a alma, o inferno me seqüestra/
cadê a luz que vem lá do céu? / cadê Jesus pra julgar mais este réu? / tenho vontade de morrer
constantemente/o descontrole da mente me deixa impaciente, e é foda/ eu saio que nem louco
pela rua/ único mano, é o cano na cintura/ eu preferia ta falando de amor/ falando das
crianças, e não da minha dor/ mais eu sou o espelho da agonia de um homem/ sem identidade,
caráter, sem nome/ sem Mercedez, Audi ou Mitsubishi/ consumidor da praga do apocalipse/ tão
jovem, sem esperança de vida/ tão novo, e já suicida/ são 2 da manhã e faz chuva. O pesadelo
ainda continua.
Um dia frio,
Um bom lugar pra ler um livro.
Pensamento lá em você,
sem você não vivo. {depoimento de um viciado}
Eu comecei de forma curiosa/ um cigarro de maconha não era droga/ era o que todo
mundo me falava/ experimentei, nem eu mesmo acreditava/ primeira vez, outra sensação/
segunda vez, mó barato, ilusão/ produto dos sonhos, me sinto mais leve/ enquanto isso meus
neurônios fervem/ sentia fome/ sentia a viagem /eu observava de longe as paisagens/ a fumaça
me deixava cada vez mais louco/ sem perceber, eu já era o próprio demônio/ segundo passo, veio
a cocaína/ morava com minha mãe/ me lembro da minha """"""""Felícia""""""/ cheirava comigo sem parar/ 2
loucos 24 horas no ar/ parei com o estudo, perdi até o trampo/ ganhei o mundo, e uma desilusão e
tanto/ perdi a minha própria mãe, que trauma/ morreu de desgosto por minha causa/ nem assim eu
consegui parar/ só a morte pode me libertar/ eu roubava pra sobreviver, ou melhor/ pra manter o
vício, e não morrer de dó/ Suicídio, e lento era o processo/ eu nunca fui estrela, eu nunca fui
sucesso. Contaminado HIV positivo/ Qual a diferença do inimigo pro perigo? Aí/ são 2 da manhã
e faz chuva, o pesadelo ainda continua/ Continua ladrão, o pesadelo ainda continua.
Um dia frio,
Um bom lugar pra ler um livro.
Pensamento lá em você,
sem você não vivo. {depoimento de um viciado}
Amigo, aí, eu falei esta palavra/ me desculpa, foi erro, não pega nada/ eu nunca tive
amigo nessa porra/ só prejuízo na vida, de ponta a ponta/ mas quem vai se importar, eu sou penas
mais um/ aidético viciado, infelizmente comum/ mais um entre mil ou um milhão, ladrão/ escravo
desta triste detenção/ eu não sou Rafael e nem a Vera Fischer/ a minha história, parceiro é mais
triste/ eu nunca engoli escova de cabelo/ mas já matei pelo crack e por dinheiro/ puta que
pariu, o inferno me chama/ quem sabe lá eu consiga a fama ou drama/ ou a lama de fogo eterno/
condenado à escuridão do inferno/ eu sou um louco de intensa a coragem/ com o ferro a favor
do crack/ não sei se a malandragem é minissérie ou história/ mas sei que a carreira parceiro é
sem glória/ vou tentar não matar mais ninguém/ chega de ser refém, eu preciso é do bem/ vou
entregar a Deus a minha vida/ vou acreditar nas palavras da Bíblia/ arrependido de todos os
pecados/ ter conseguido escapar do diabo/ espero que a minha história sirva de exemplo/ pra
quem ta começando, parceiro como eu comecei/ que se afaste das drogas enquanto há tempo/ pra
não provar do veneno que eu provei/ é embaçado sangue bom, vai por mim/ tudo nesta vida tem
um fim/ são 2 da manhã, faz chuva/ eu vou orar pela minha alma e pela sua/ é madrugada e faz
chuva/ eu vou orar pela minha alma e pela sua.
Um dia frio,
Um bom lugar pra ler um livro.
Pensamento lá em você,
sem você não vivo. {depoimento de um viciado}
By J!r4iaNAM
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
DROGAS TÔ FORA
. Alguns comentários importantes
"É fato muito comum as pessoas comentarem sobre qualquer fenômeno
como se ele fosse um evento isolado, fechado sobre si mesmo.
Geralmente ignoram que a vida é uma complexidade
de causas e conseqüências."
As pessoas tendem a considerar as questões de uso, abuso e dependência de drogas como algo relacionado unicamente a substância (atribuindo o "problema" às drogas - como se tivessem vida própria), ou ao indivíduo (rotulando-o de sem-vergonha, doente, desocupado, marginal, criminoso) ou a sociedade (conferindo todas as responsabilidades - e culpas - ao governo, ao traficante, à família).
O uso, o abuso e a dependência de drogas não devem ser entendidos somente como uma causa ou uma conseqüência e, muito menos, como algo redutível a um fator específico. Isto ultrapassa os limites simplistas do senso comum. Suas possíveis causas e conseqüências estão referidas a uma articulação dinâmica entre as esferas biológica, psíquica e social. Assim, o ato de consumo de drogas de um indivíduo deve ser compreendido a partir:
| | dos problemas psicológicos que ele esteja enfrentando, |
| | da tensão sócio-política e econômica que define sua sociabilidade, |
| | da propriedade farmacológica das drogas. |
Cabe ressaltar que qualquer substância não tem efeitos predeterminados sobre os indivíduos. Isto varia de acordo com cada situação específica. Do mesmo modo, um dado problema psíquico ou social não conduz, necessariamente, alguém para as drogas. Tudo depende de como cada um desses fatores estão dispostos na realidade.
Portanto, para diminuir o preconceito e o estigma em torno do fenômeno das drogas e de seus usuários, é fundamental que se faça uma discussão ampla e séria, tendo-se como referência a relação proveniente da interação entre o indivíduo, o meio social e a droga.
Se considerarmos apenas um dos tópicos acima, isoladamente, estaremos fazendo uma interpretação falha e incompleta da questão.
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retirado do site http://www.imesc.sp.gov.br/infodrogas/coment.htm